A Lei do Funil
Larga para alguns (poucos), estreita para todos os outros!
Aqui se fala, umas vezes a sério outras a brincar, de coisas que nos irritam, alegram, entristecem ou, muito simplesmente, nos enfadam.
2009-12-05
2009-12-03
Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores diz que os seguros de saúde não englobam a gripe A.
![]() O presidente da Associação Portuguesa de Seguradores disse que os seguros de saúde não englobam a gripe A. A ministra da saúde, Drª Ana Jorge, comentou: "A gripe A é uma doença infecciosa produzida por um vírus, tal como a gripe sazonal, as amigdalites, as pneumonias e outras doenças infecciosas. Portanto, não consigo perceber por que é que a gripe A é [considerada] uma doença infecto-contagiosa e as outras não são" (...) "ainda bem que existe um Serviço Nacional de Saúde que realmente resolve os problemas da população que os seguros não pagam e [aos quais] não respondem". |
2009-12-01
2009-11-29
Ponte Insólita
Ponte insólita, na costa da Noruega, próximo da cidade de Molde. Deste ângulo parece mais uma rampa de lançamento do que uma ponte. Veja o outro lado |
2009-11-26
Os "bons" remédios dos nossos avós (V)
![]() O bébé chorava muito? Não tinha problema... a Stickney & Poor's tinha a solução. Mesmo que fosse recém-nascido com 5 ou mais dias bastavam 5 gotas deste sedativo (com 46% de alcool e uma pitadinha de ópio) e pronto, toda a gente dormia lá em casa ! Para crianças com dois anos usava-se 8 gotas e com cinco anos já era necessário recorrer a 25... |
2009-11-23
Os "bons" remédios dos nossos avós (IV)
![]() Dores de dentes ? As crianças choram desalmadamente? Em 1900 isso não era problema. Dava-se-lhes uns drops de cocaína e pronto... já passou! |
2009-11-21
Os "bons" remédios dos nossos avós (III)
Contra a rouquidão que tal tomar umas drageias antisépticas com mentol (que fresquinho), borato de sódio e cocaína ?! A rouquidão passava num instante... |
2009-11-20
Os "bons" remédios dos nossos avós (II)
Ópio vaporizado:em caso de ataques de asma ou de outras afecções espasmódicas não há nada como recorrer a umas vaporizações com o "VAPOR=OL Treatement nº 6"... os nossos avós podiam ficar descansados pois para além de 3 grãos de ópio não continha mais do que 40% de álcool
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2009-11-19
Os "bons" remédios dos nossos avós (I)
A heroína da Bayer: entre 1890 e 1910 a heroína era promovida como um substituto não viciante da morfina e, imagine-se, remédio contra a tosse... |
2009-11-18
2009-11-14
2009-11-11
2009-11-07
2009-10-28
2009-09-27
Enquanto esperamos pelos resultados das eleições legislativas...
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Enquanto esperamos pelos resultados das eleições legislativas que tal ver este vídeo que nos mostra a evolução da imagem da mulher na pintura dos últimos quinhentos anos? |
2009-09-18
Muitos querem que todos percam, mas poucos querem que alguém ganhe
![]() Eunice Lourenço, no jornal Página 1 de 16 de Setembro, aproveita umas declarações do Prof. Adriano Moreira e fala sobre o actual processo eleitoral de uma forma que, quanto a mim, põe o dedo na ferida. Mas quem quer que Sócrates perca, deseja a vitória de Ferreira Leite? « (...) Muitos do que votaram nos socialistas há quatro anos querem que eles agora percam pela arrogância e pela desilusão desta legislatura, porque desconfiam dos interesses e dos poderes por detrás deste PS ou só porque já não suportam ouvir José Sócrates. |
2009-09-02
Dá para suar...
![]() «A temperatura média em Portugal está a subir a uma razão superior à da Europa (0,4º Celsius por década, desde a década de 70)»
Adérito Serrão, presidente do Instituto de Meteorologia |
2009-09-01
Porque será que...
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Sim... porque será? «(...)O governo espanhol deliberou ontem ampliar as reservas de vacinas contra a gripe A a 60 por cento da população(...)» |
Etiquetas: gripe A
2009-08-31
A extinção das lâmpadas incandescentes
A partir de 1 de Setembro de 2009, já não se pode comprar lâmpadas incandescentes de 100 ou mais Watts. Em Setembro de 2010, desaparecerão do mercado as de mais de 75 Watts e um ano depois serão retiradas as de 60. A eliminação total dar-se-á até 2012.A medida, adoptada em toda a União Europeia, visa banir esta classe de iluminação em três anos. Esta é uma medida que, se tem óbvias justificações no que respeita ao desperdício de energia, peca, como tantas outras, por algum fundamentalismo. Parecer-me-ia natural agravar o preço das lâmpadas incandescentes com uma taxa que as tornasse menos atractivas (eventualmente puxando o respectivo preço para os níveis de preços das lâmpadas fluorescentes compactas também conhecidas por lâmpadas "económicas"). Mas excluí-las do mercado numa altura em que o preço das lâmpadas "económicas" ainda é tão elevado e em que a duração anunciada de 6000 a 10000 horas de funcionamento se revela tantas vezes incorrecta? Eu já perdi a conta das lâmpadas "económicas" que deixaram de funcionar ao fim de um ou dois meses de funcionamento. E pelo que vou ouvindo de outras pessoas essa (má) experiência não é só minha. ![]() Acresce ainda que as lâmpadas fluorescentes compactas que aparecem no mercado com preços mais baixos emitem, via de regra, uma luz branca horrorosa que produz a sensação de estarmos numa casa mortuária. Experimentem pôr uma lâmpada dessas numa sala e logo verão como toda a gente parece, subitamente, ter uma cor adoentada... |
2009-08-30
Pois é... há profissões muito duras!
O vídeo toca num aspecto muitas vezes esqecido mas que, normalmente, é real: o trabalho, por melhor e mais agradável que seja o "objecto" da actividade, tem sempre uma componente penosa. Que o diga o massagista de modelos... |
2009-08-29
Uma história bonita...
Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o pão para a sua família, um pobre lavrador escocês ouviu um pedido de socorro proveniente de um pântano. O lavrador largou tudo o que estava a fazer e correu até ao pântano onde deparou com um rapazinho, enterrado até à cintura, gritando por socorro e tentando desesperadamente libertar-se do lamaçal onde caíra. O lavrador retirou o rapazinho do pântano, salvando-o assim da morte certa. ![]() No dia seguinte, o pai do rapazinho - um nobre rico - foi ter com o lavrador à sua humilde casa e disse-lhe: "Quero recompensá-lo. O senhor salvou a vida do meu filho". "Obrigado mas não posso aceitar dinheiro pelo que fiz", respondeu o lavrador escocês. Nesse momento, o filho do lavrador assomou à porta de casa e o nobre questionou: "É o seu filho?".. "Sim", respondeu orgulhosamente o humilde lavrador. "Então, deixe-me proporcionar ao seu filho o mesmo nível de instrução que proporcionarei ao meu. Se o seu rapaz sair ao senhor, não tenho dúvida alguma que se converterá num homem de que ambos nos orgulharemos." O lavrador aceitou esta proposta e, na sequência, o filho frequentou as melhores escolas e licenciou-se em Medicina na famosa Escola Médica do St. Mary's Hospital de Londres. ![]() Tornou-se um médico brilhante e ficou mundialmente conhecido como Dr. Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina. E pronto, acabou a história... Não. Ainda há mais! Anos depois, o "rapazinho" que havia sido salvo do pântano adoeceu com uma pneumonia. E desta vez, quem salvou a sua vida? ...A PENICILINA! Quem era o nobre, que investiu na formação do Dr. Alexander Fleming? Sir Randolph Churchill. E o filho do nobre, que foi duas vezes salvo pela família Fleming? Sir Winston Churchill. PRONTO! Agora acabou mesmo a história. Ou será que há mais alguma coisa?... Pois há. Vejam aqui o que eu encontrei na Wikipédia depois de preparar o post. «A história popular que conta que o pai de Winston Churchill pagou a educação de Fleming depois que o pai deste salvou Winston da morte é falsa.
De acordo com a biografia "Penicillin Man: Alexander Fleming and the Antibiotic Revolution", de Kevin Brown, Alexander Fleming disse que se tratava de uma “maravilhosa fábula”. Também não foi ele que salvou Winston Churchill durante a Segunda Guerra Mundial. Churchill foi salvo pelo Lord Moran, usando sulfonamidas, já que Fleming ainda não possuía experiência com a penicilina quando Churcill adoeceu em Cartago, Tunísia, em 1943. Os jornais Daily Telegraph e The Morning Post de 21 de dezembro de 1943 disseram que ele havia sido salvo pela penicilina. É provável que, como a sulfonamida era uma descoberta alemã e Inglaterra estava em guerra com a Alemanha, o orgulho patriótico pelas milagrosas curas com a penicilina tenha feito com que os erros dos jornais ocorressem.» |




Ponte insólita, na costa da Noruega, próximo da cidade de Molde. Deste ângulo parece mais uma rampa de lançamento do que uma ponte. Veja o 

Contra a rouquidão que tal tomar umas drageias antisépticas com mentol (que fresquinho), borato de sódio e cocaína ?!
Ópio vaporizado:


A líder
do PSD enfrenta uma parte do eleitorado
que saiu para a rua quando ela foi
ministra da Educação, mais outra parte
que ainda não lhe perdoou a obsessão
com o défice e mais uns quantos que
desconfiam do seu programa eleitoral
e outros que gostavam que a senhora
explicasse um bocadinho melhor o que
pretende mesmo fazer se ganhar.
mas que não querem
dar mais poder a este partido, os que
até concordam com muito do que Paulo
Portas diz, mas não confiam nele,
e os
que simpatizam com Jerónimo de Sousa,
mas nunca votarão nos comunistas.
«A temperatura média em Portugal está a subir a uma razão superior à da Europa (0,4º Celsius por década, desde a década de 70)»
«(...)O governo espanhol deliberou ontem ampliar as reservas de vacinas contra a gripe A a 60 por cento da população(...)»
A partir de 1 de Setembro de 2009, já não se pode comprar lâmpadas incandescentes de 100 ou mais Watts. Em Setembro de 2010, desaparecerão do mercado as de mais de 75 Watts e um ano depois serão retiradas as de 60. A eliminação total dar-se-á até 2012.


Quem era o nobre, que investiu na formação do Dr. Alexander Fleming? Sir Randolph Churchill. E o filho do nobre, que foi duas vezes salvo pela família Fleming?
De acordo com a biografia "Penicillin Man: Alexander Fleming and the Antibiotic Revolution", de Kevin Brown, Alexander Fleming disse que se tratava de uma “maravilhosa fábula”. Também não foi ele que salvou Winston Churchill durante a Segunda Guerra Mundial. Churchill foi salvo pelo Lord Moran, usando sulfonamidas, já que Fleming ainda não possuía experiência com a penicilina quando Churcill adoeceu em Cartago, Tunísia, em 1943. Os jornais Daily Telegraph e The Morning Post de 21 de dezembro de 1943 disseram que ele havia sido salvo pela penicilina. É provável que, como a sulfonamida era uma descoberta alemã e Inglaterra estava em guerra com a Alemanha, o orgulho patriótico pelas milagrosas curas com a penicilina tenha feito com que os erros dos jornais ocorressem.»