Não há pior política do que a política do pior
«Por despacho do ministro das Finanças, de 8 de Abril de 2013, o Governo decidiu fechar o país e bloquear o funcionamento das instituições públicas: ministérios, autarquias, universidades, etc. O despacho é uma forma de reacção contra o acórdão do Tribunal Constitucional, como se explica logo na primeira linha. O Governo adopta a política do “quanto pior, melhor”. Quem, num quadro de grande contenção e dificuldade, tem procurado assegurar o normal funcionamento das instituições, sente-se enganado com esta medida cega e contrária aos interesses do país. (...)» «Com o papel higiénico a faltar nas retretes dos ministérios e nas instituições públicas; a lixívia e os detergentes no fim; as impressoras sem papel; os tinteiros sem tinta; as esferográficas sem carga; os automóveis sem gasóleo; as máquinas sem café; os bolinhos e as águas esgotados…está posto em causa “o regular funcionamento das instituições”. É verdade que em alguns dos ministérios o ar já é pouco saudável e sem ”artigos de higiene e limpeza” a situação tende a piorar muito…. (...)» |
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